segunda-feira, 5 de julho de 2010

(?)



Na madrugada rodeada pelo silencio e a vastidão de pensamentos possíveis, fica então ali parada. Sente algo fora do comum que na verdade não tem explicação e de modo algum conseguiria descrevê-lo em meras paginas.
Pega então sua xícara de café, que chega ser mais escuro que a noite e mais amargo que si mesma o café a ajuda refletir, sobre o que ela não sabe, apenas reflete.
Sua mente se expande de tal modo que fica sentada horas e horas, imóvel, inércia sem despertar alegria ou tristeza, só a indiferença. Pensa as vezes que poderá ser seu sono mal dormido de outras noites, ou ate então apenas seus instintos femininos e sentimentais de sempre que vem sem dar aviso apenas aparecem e ficam.
Quando enfim deita em sua casa parece ver o teto girar e de um momento para o outro passa por ali sem sentido nenhum pessoas e lugares.
As coisas parecem se confundir a querer ser alguém que não é ao querer agradar ou ate desagradar... Na verdade não faz ideia do que pensa ou do que deixa de pensar.
Talvez sejam só os demônios dos pensamentos inúteis que lhe agride desta forma em uma noite qualquer

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