O mundo, a vida, o futuro, o ser humano, a natureza, o existir, as invenções, as inovações, os sonhos, os medos, as sensações, os sentimentos, as doenças, as catástrofes, as futilidades, as ganâncias, as mentiras, o governo... São tantas coisas sentimentos, modos, tipos e jeitos. Nós sempre queremos saber de onde vieram, porque vieram, se são bons ou ruins, do porque existir, do porque fazer mal, porque ser errado, porque ser certo, quem inventou? Quem fez? Porque fez?. São tantas perguntas pra poucas respostas acho que queremos saber tanto, que nos sentimos vazios não sei se é algo do psicológico ou algo natural dessa fase.
.Vivemos ali embaixo da saia, dentro do ninho ate certo tempo quando chegamos nessa fase à coisa que logo vem em mente é “ah quando eu fizer 18 anos” queremos ir embora mandar em nos mesmos, mas no fundo quando chega a hora a mais medo de tudo do que quando éramos crianças e tínhamos medo de monstros. Gostaríamos mesmo é de voltar a ser criança sem responsabilidades, sem pressão. O mundo La fora é tão frio e solitário que acabamos tendo que crescer e amadurecer na marra ou sofremos as conseqüências. Quando pensamos no futuro só queremos ter certeza de uma profissão de um futuro seguro e de sermos bons o bastante no que escolhermos, não queremos apenas ser mais um que apenas fez coisas normais queremos conquistar o que acreditamos o que queremos mostrar pro mundo no que acreditamos.
É tudo confuso e turbulento todos passam por isso, mas depois se esquecem de como é difícil ser assim. Somos adolescentes, em um circo adolescente, com um palhaço de propósito!

